É mais fácil perdoar o inimigo por sua presença
que o amigo por sua ausência.
Um pouco de reflexão, um pouco de sociologia, um pouco de psicologia, um pouco de tudo... Depende do que vier à cabeça quando o sono bate.
PS: Nos comentários uma linda poesia (em inglês, mas com a tradução) sobre o mesmo tema.
“É uma honra para mim, ter um texto de minha autoria nesse site tão bem feito e interessante. Gostaria apenas de solicitar a inclusão do meu nome como autor do mesmo, pois Revolução da Alma está em meu livro ‘Decidi ser Feliz’ e se desejar, pode visitar meu site www.meuanjo.com.br e ver outras mensagens que escrevi nesses 8 anos.”Agradeço os elogios, visitarei o site e certamente comprarei o livro. Eu também decidi ser feliz há algum tempo!
O Amor
Então, Almitra disse: “Fala-nos do amor.”
E ele ergueu a fronte e olhou para a multidão,
e um silêncio caiu sobre todos, e com uma voz forte, disse:
Quando o amor vos chamar, segui-o,
Embora seus caminhos sejam agrestes e escarpados;
E quando ele vos envolver com suas asas, cedei-lhe,
Embora a espada oculta na sua plumagem possa ferir-vos;
E quando ele vos falar, acreditai nele,
Embora sua voz possa despedaçar vossos sonhos
Como o vento devasta o jardim.
Pois, da mesma forma que o amor vos coroa,
Assim ele vos crucifica.
E da mesma forma que contribui para vosso crescimento,
Trabalha para vossa queda.
E da mesma forma que alcança vossa altura
E acaricia vossos ramos mais tenros que se embalam ao sol,
Assim também desce até vossas raízes
E as sacode no seu apego à terra.
Como feixes de trigo, ele vos aperta junto ao seu coração.
Ele vos debulha para expor vossa nudez.
Ele vos peneira para libertar-vos das palhas.
Ele vos mói até a extrema brancura.
Ele vos amassa até que vos torneis maleáveis.
Então, ele vos leva ao fogo sagrado e vos transforma
No pão místico do banquete divino.
Todas essas coisas, o amor operará em vós
Para que conheçais os segredos de vossos corações
E, com esse conhecimento,
Vos convertais no pão místico do banquete divino.
Todavia, se no vosso temor,
Procurardes somente a paz do amor e o gozo do amor,
Então seria melhor para vós que cobrísseis vossa nudez
E abandonásseis a eira do amor,
Para entrar num mundo sem estações,
Onde rireis, mas não todos os vossos risos,
E chorareis, mas não todas as vossas lágrimas.
O amor nada dá senão de si próprio
E nada recebe senão de si próprio.
O amor não possui, nem se deixa possuir.
Porque o amor basta-se a si mesmo.
Quando um de vós ama, que não diga:
“Deus está no meu coração”,
Mas que diga antes:
“Eu estou no coração de Deus”.
E não imagineis que possais dirigir o curso do amor,
Pois o amor, se vos achar dignos,
Determinará ele próprio o vosso curso.
O amor não tem outro desejo
Senão o de atingir a sua plenitude.
Se, contudo, amardes e precisardes ter desejos,
Sejam estes os vossos desejos:
De vos diluirdes no amor e serdes como um riacho
Que canta sua melodia para a noite;
De conhecerdes a dor de sentir ternura demasiada;
De ficardes feridos por vossa própria compreensão do amor
E de sangrardes de boa vontade e com alegria;
De acordardes na aurora com o coração alado
E agradecerdes por um novo dia de amor;
De descansardes ao meio-dia
E meditardes sobre o êxtase do amor;
De voltardes para casa à noite com gratidão;
E de adormecerdes com uma prece no coração para o bem-amado,
E nos lábios uma canção de bem-aventurança.
E não imagineis que possais dirigir o curso do amor,Quando o amor vos chamar, segui-o!
Pois o amor, se vos achar dignos,
Determinará ele próprio o vosso curso.
Pelo que se pode compreender do texto [O que você faz para mudar o que não aprova?], existem:
- Uma minoria que vive das regalias que o sistema lhe dá, não precisa que nada mude.
- Uma imensa massa de manobra, ‘dopada’ por assistencialismos e falsos benefícios.
- Uma classe média, achatada e arrochada, por uma economia presa ao capital especulativo, ou seja, volátil, impostos sufocantes e, para completar, tolhida de liberdade de expressão.
Mas o que fazer?
A 1ª categoria detem a maior parte do capital e o poder político (além de ir a Miami e a NY fazer compras regularmente), não quer mudar.
A 2ª categoria listada, que é a grande maioria da população, não quer mudar, ja que é facilmente manipulada pela 1ª, ainda que pense o contrário, pois age com rancor e ódio, ao ver que não possui o que a classe social imediatamente superior possui (e a culpa por isso, não por sua própria inaptidão e despreparo).
E quem é essa outra classe? Sim, é a classe média, que paga colégio, paga plano médico, que paga pedágio, que paga IOF, que paga inteira no cinema, enfim, que tudo paga e nada recebe do Estado.
(Aliás, a festa das carteiras de estudante fraudulentas é mais um ‘benefício’ que os estudantes, aqueles que deveriam ser mais conscientes, fazem-se de coitados para recebê-lo, ao invés de rechaçar tal suborno para ver cinema enlatado e de baixa qualidade).
Falta cobrar? Sim, falta. Mas quando? Esta classe precisa se preocupar em trabalhar, em empreender, em vencer impostos e custos altíssimos, não lhe resta tempo, tampouco energia para reivindicar.
E a quem restaria tal tempo e tal energia? Ao que não lhes interessa mudar o status quo da nação, vejam só!
Ciclo vicioso? Sim. País viciado? Talvez. Ou seria somente a vocação de uma terra, a de ser meramente explorada e espoliada, é “tirar pau-brasil e levar pra Europa”, é vender suco de laranja para os “States” e beber suco Del Valle embalado a vácuo, vindo do México (filial de língua asteca dos próprios “States”, que vive o mesmo dilema tupiniquim) ao triplo do preço.
Esta terra “deitada eternamente em berço esplêndido”, só vai acordar quando esta mesma classe média extinguir-se, ou por falência do próprio sistema ou por desistência, ao imigrarem para países socialmente mais equilibrados, como Canadá e Austrália.
E, sinceramente, quando chegarmos a este ponto, já será tarde, tarde demais.
O preocupante é que há um corpo-mole da classe média para fazer oposição a Lula e ao PT. Obviamente ela não está satisfeita com o governo (e não só porque ele não a atende, mas porque ela é o único setor da sociedade capaz de perceber os erros estruturais, já que é a menos dependente do estado), e no entanto não se movimenta, não faz barulho, não se manifesta, não diz o que pensa.Pois é... Quando a classe alta se sente prejudicada (geralmente quando não recebe algum empréstimo a juros baixos de um banco estatal), corre aos parlamentares ou aos governantes e faz pressão através de loobies (ou algo menos publicável).
Scott, te adoro!(Errou meu nome, mas tudo bem... Geralmente as pessoas erram mesmo.)
Scott se tudo der certo aqui vou tentar ir agora a noite colocar suas fotos tah? TENTAR! Hehe bjo! Te amu! . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Fotos? Quais fotos? Ela estava falando com o Scotch errado... Seria cômico se não fosse trágico.
Marianna, meus parabéns atrasados. Lembrei no dia mas estava sem crédito. Felicidades! Scotch (vizinho)Oh! Pra quê? Quer a resposta? Dia 7 de fevereiro (ela ficou um tempão ensaiando a resposta...)
Vi tua msg. Mas p evita problema ñ me manda mais msg pq vc ja me causo problema antes mandando msg. MariannaÀs vezes a gente tem carinho por uma pessoa sem querer nada em troca, sem segundas intenções. Era o caso. Percebi que ela estava cometendo um erro, se deixando dominar por um carinha inseguro que no futuro, provavelmente, ia bater nela se sonhasse que ela sorriu pra alguém. Tentei avisar:
Nem se preocupe. Você escolhe quem são seus amigos e como age com eles. Aquela e essa são as últimas. Um dia você vai perceber o erro de cortar amigos por amores. Fica com Deus.Mas tem gente que não vê o erro que está cometendo nem se um aviso neon vermelho piscasse na frente dos olhos.
Ñ to cometendo erro algum. Só ñ qro problemas. Tchau. MariannaSe o que ela não quer é problemas com o namorado, a probabilidade é que os tenha no futuro. Se por causa de uma inocente mensagem de amizade ele a fez parar de falar comigo, imagina o que faz com eventuais amigos que ela tenha na cidade deles! E também o que poderá fazer quando (se) casarem...
Colombo, 25 set (EFE).- Um luxuoso hotel do Sri Lanka oferece o que, segundo seus criadores, é a sobremesa mais cara do mundo, com frutas, pão de ouro e champanhe, ao custo de US$ 14.500.Ah, as fotos não são da notícia, tá... Mas eram nelas que eu pensava enquanto lia a notícia.A sobremesa é um dos pratos principais do hotel "The Fortress", da cidade litorânea de Galle, um dos centros turísticos da ilha.
"O que torna a sobremesa cara é a água-marinha de 80 quilates que colocamos sob a figura de chocolate como decoração", afirmou o chef do hotel, Wije Kone.
Com o sugestivo nome "A Fortaleza do Indulgente Pescador Ancudo", a sobremesa é uma tentativa da equipe culinária do hotel de criar uma "representação simbólica" do ambiente exótico que o estabelecimento oferece a seus clientes.
O prato é uma combinação de pão de ouro e prata com cassata italiana, Irish cream, manga e champanhe como base do exótico doce, decorado com uma escultura de chocolate que representa um pescador, apoiado sobre uma estrutura que sustenta a água-marinha.
"As águas-marinhas são fornecidas pela Corporação de Pedras Preciosas do Sri Lanka", afirmou Kone, que acrescentou que o doce vem em um cilindro de calda de açúcar cristalizada.
Segundo a lenda regional, a água-marinha possui poderes relaxantes e de cura e tem efeitos positivos nas
relações humanas, valores que a direção do hotel quer tornar seus.
A cor azul da pedra preciosa pretende ser reflexo do oceano, uma das principais atrações que levam os turistas a Galle, enquanto o pescador é o símbolo do hotel.
Segundo a empresa, várias pessoas mostraram seu interesse em degustar a delícia.
Agência EFE
(por Leandro Simões)
PS: E, no fundo, acho que amei mais outras pessoas antes e depois desse tal “grande amor”.
Recebi esse texto por e-mail de uma amiga. Embora não costume postar textos de outros autores, acho que ela tinha razão quando disse que este texto combina com o blog. Obrigada.
Sentada no parque, serena. O Sol lança seus raios por entre as árvores, mas ainda assim o frio é cortante.PS: Alguns rapazes tiveram (muita) inveja do Scotch. Várias pessoas tiveram dificuldades de entender duas mulheres e um homem na mesma mesa no dia dos namorados tomando vinho, conversando e sorrindo. Para elas, é difícil entender uma amizade verdadeira, desinteressada, principalmente entre pessoas de sexos opostos.
“Boa parte dos problemas ditos sociais no Brasil decorre, acreditem, da degeneração de costumes, da falta do respeito básico e elementar do marido por sua mulher, da mulher por seu marido, do casal por seus filhos, dos filhos pelos pais. Isso em qualquer classe social, tenham as pessoas a escolaridade que for.”(Reinaldo Azevedo - 29/05/2007 in “Reinaldão, um feminista, Renan e o que diria Cícero”)
«Na primeira noite, eles se aproximam e colhem uma flor de nosso jardim. E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam nosso cão. E não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E porque não dissemos nada, já não podemos dizer nada.»
[Eduardo Alves da Costa (1936 - ...) - explicação e poesia completa aqui]
Martin Niemöller, símbolo da resistência aos nazistas, escreveu em 1933, sobre a inatividade dos intelectuais alemães sobre a subida dos nazistas ao poder e eliminação de seus adversários, grupo após grupo:«Primeiro levaram os negros, mas não me importei com isso; eu não era negro.
Em seguida levaram alguns operários, mas não me importei com isso; eu também não era operário.
Depois prenderam os miseráveis, mas não me importei com isso, porque eu não sou miserável.
Depois agarraram uns desempregados, mas como tenho meu emprego, também não me importei.
Agora estão me levando, mas já é tarde. Como eu não me importei com ninguém, ninguém se importa comigo.»
[Bertold Brecht, (1898-1956)]
«Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei.«Primeiro eles roubaram nos sinais, mas não fui eu a vítima,
Depois incendiaram os ônibus, mas eu não estava neles;
Depois fecharam ruas, onde não moro;
Fecharam então o portão da favela, que não habito;
Em seguida arrastaram até a morte uma criança, que não era meu filho...»
[Cláudio Humberto, em 9/Fev/2007, aqui, sob o título “Realidade paralela no Rio”]
O incrível é que por mais que uns e outros falem, continuamos desamparados, inertes e submetidos aos caprichos da ruína moral dos poderes governantes, que vampirizam o erário, aniquilam as instituições, e nos deixam, como meros cidadãos, apenas os ossos roídos e o direito ao silêncio ― porque a palavra, há muito se tornou inútil…Nenhum homem, por mais fé que tenha, conhece os desígnios de Deus para sua vida.
O homem temente a Deus faz o que acha certo na sua vida, pedindo orientação divina, mas esta nem sempre é clara.
Por vezes teimamos naquilo que achamos correto, justo e bom. Sem resultado.
Isso acontece porque nossa vontade é oposta à dEle. Não por ser pecado, não por ser errada (poderia ser, mas não neste caso). Simplesmente Ele tem algo melhor a nos oferecer, então não permite que nossos desejos prevaleçam.
Fazemos o quê? Esperamos sentados que Ele revele Sua vontade, em atitude de contemplação? Não, de forma alguma! Tentamos de todas as formas realizar nossos sonhos, já que não temos como saber Seus desígnios.
Quando nossos esforços quedam em vão, finalmente a Sua vontade pode se concretizar, realizando em nossa vida o que Ele nos reservou.
O que é? Não sei. Mas essa é a única vantagem de ter fé nesses casos: aceitar que nossos esforços foram infrutíferos, embora sinceros, e aguardar pacientemente que o bem maior se revele em nossa vida.
Boa sorte, amiga. Estamos torcendo por você, confiando que a sua felicidade não tardará.
“O coração do homem propõe o seu caminho; mas o Senhor lhe dirige os passos.”
(Provérbios 16:9)
Empatia sf. Tendência para sentir o que sentiria, se estivesse em situação vivida por outra pessoa. (Dicionário Aurélio)Há um vídeo em páginas da internet e circulando por mensagens de correio eletrônico (no meu e-mail mesmo já chegaram 3, devidamente encaminhadas à lixeira) no qual um homem puxa blusas ou saias (e às vezes até a roupa íntima) de mulheres andando na rua.
“Como está de férias, ele retornou para casa e não teria lembrado que o filho estava no carro. Apenas depois de receber um telefonema da mãe da criança, o pai percebeu que havia esquecido o menino dentro do veículo.”O que vou dizer agora pode ter acontecido tanto quanto pode ser somente minha imaginação.
“Isso era o mínimo que eu podia fazer.
Embora fosse o máximo que dava pra fazer hoje, à distância.”
Cajuína
Caetano Veloso
Existirmos a que será que se destina
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz não se nos ilumina
Tampouco turva-se a lágrima nordestina
Apenas a matéria vida era tão fina
E éramos olharmo-nos intacta retina
A cajuína cristalina em Teresina
(Em 1979,) Caetano compõe e grava Cajuína, escrita depois de uma visita a doutor Heli, em Teresina, que lhe deu a rosa pequenina colhida no jardim da casa, na Coelho de Resende. Sobre esse encontro, doutor Heli diria: “O rapaz chorou muito aquele dia”. (Edt. Casa Amarela - pág. 207)Tá, você pode achar que não prova nada. Então, que tal as palavras do próprio Caetano Veloso?
Numa excursão pelo Brasil com o show Muito, creio, no final dos anos 70, recebi, no hotel em Teresina, a visita de Dr. Eli, o pai de Torquato. Eu já o conhecia pois ele tinha vindo ao Rio umas duas vezes. Mas era a primeira vez que eu o via depois do suicídio de Torquato.Agora, volte lá pro início do post e leia a letra, desta vez sabendo como foi feita.
Torquato estava, de certa forma , afastado das pessoas todas. Mas eu não o via desde minha chegada de Londres: Dedé e eu morávamos na Bahia e ele, no Rio (com temporadas em Teresina, onde descansava das internações a que se submeteu por instabilidade mental agravada, ao que se diz, pelo álcool).
Eu não o vira em Londres: ele estivera na Europa mas voltara ao Brasil justo antes de minha chegada a Londres. Assim, estávamos de fato bastante afastados, embora sem ressentimentos ou hostilidades. Eu queria muito bem a ele. Discordava da atitude agressiva que ele adotou contra o Cinema Novo na coluna que escrevia, mas nunca cheguei sequer a dizer-lhe isso.
No dia em que ele se matou, eu estava recebendo Chico Buarque em Salvador para fazermos aquele show que virou disco famoso. Torquato tinha se aproximado muito de Chico, logo antes do tropicalismo: entre 1966 e 1967. A ponto de estar mais freqüentemente com Chico do que comigo. Chico eu eu recebemos a notícia quando íamos sair para o Teatro Castro Alves. Ficamos abalados e falamos sobre isso. E sobre Torquato ter estado longe e mal.
Mas eu não chorei. Senti uma dureza de ânimo dentro de mim. Me senti um tanto amargo e triste mas pouco sentimental. Quando, anos depois, encontrei Dr. Eli, que sempre foi uma pessoa adorável, parecidíssimo com Torquato, e a quem Torquato amava com grande ternura, essa dureza amarga se desfez. E eu chorei durantes horas, sem parar.
Dr. Eli me consolava, carinhosamente. Levou-me à sua casa. D. Salomé, a mãe de Torquato, estava hospitalizada. Então ficamos só ele e eu na casa. Ele não dizia quase nada. Tirou uma rosa-menina do jardim e me deu. Me mostrou as muitas fotografias de Torquato distribuídas pelas paredes da casa. Serviu cajuína para nós dois. E bebemos lentamente. Durante todo o tempo eu chorava.
Diferentemente do dia da morte de Torquato, eu não estava triste nem amargo. Era um sentimento terno e bom, amoroso, dirigido a Dr. Eli e a Torquato, à vida. Mas era intenso demais e eu chorei. No dia seguinte, já na próxima cidade da excursão, escrevi Cajuína.
(Veja em http://oglobo.globo.com/blogs/moreno/post.asp?cod_Post=10886)


Para saber mais sobre o vídeo e a música:
Vídeo - Making of - Letra - Tradução
PS: Tive a idéia de escrever esse texto de madrugada, enquanto acordava pra beber água. Curiosamente, ao abrir a página inicial da Wickpedia em (que todo dia apresenta uma matéria escolhida ao acaso) ela mostrava uma matéria sobre o grupo musical KLF, cuja música de maior sucesso foi provavelmente “3 AM Eternal”. Achei que era uma boa idéia para o título dessa postagem.